Versace
História da Moda

VERSACE – DOS HOLOFOTES AOS BASTIDORES

Afinal de contas, quem foi o lendário estilista da marca Versace? Muitos ouvem falar, mas nada melhor do que conhecer a história de pessoas comuns que chegaram ao topo! Nós da Escola de Estilo, valorizamos muito o poder que a inspiração tem para nos fazer vibrar e ter forças para nunca desistirmos dos nossos sonhos, e é por isso que estamos fazendo essa série semanal com as histórias dos estilistas mais conhecidos da alta costura internacional. Hoje vamos falar de Versace – Dos Holofotes aos bastidores.  Quando falamos de Gianni Versace, falamos de ousadia, autenticidade e sem dúvidas de sonhos. O icônico designer nasceu no dia 2 de dezembro de 1946 em uma cidade italiana industrial chamada Reggio di Calabria, no sul do país. Sua mãe Francesca, dona de uma loja de roupas e costureira, e seu pai Antonio, vendedor de eletrodomésticos. O casal teve três filhos: Uma menina chamada Donatella e dois meninos, Gianni e Santo. Quando criança, Gianni sempre ficava na loja de sua mãe observando-a costurar, vender e até mesmo ajudar suas clientes chiquérrimas, que entravam na loja para escolher qual nova peça entraria em seu guarda roupa. A paixão de Gianni pela moda, vem desde menino. O lugar onde passou sua infância, onde morou, se tornou um dos seus temas favoritos para as roupas que criou em sua carreira de tanto sucesso, pois próximo ali, haviam ruinas de antigas civilizações gregas e romanas. A paixão pela moda se estendeu pelo período do colegial, época que ele frequentava desfiles por todo o continente europeu, só para ver o que estaria em alta nas próximas estações para ajudar sua mãe. Já na fase adulta (por volta dos seus 22 anos), Gianni Versace passou a desenhar roupas. Foi contratado por um fabricante local para desenvolver uma coleção que seria vendida na loja de sua mãe. Os bastidores da coleção foram tão grandiosos, que várias modelos vieram de Milão e Roma para fazer parte do casting que iria desfilar a nova coleção, o que levou o nome de Versace a ser conhecido em Milão, uma das principais capitais da moda internacional e a principal da Itália. O destino se encarregou de encaminhar o talentoso Gianni. A CARREIRA COMEÇA Em fevereiro de 1972, Gianni, já conhecido por seu sobrenome Versace, embarcou rumo a Milão, pois Salvatore Chiodini e Ezio Nicosia (da marca Florentine Flowers), pediram que ele se apresentasse para projetar uma nova coleção o mais breve possível. O estilista desenvolveu algumas peças de verão que fizeram tanto sucesso, que seu salário chegou a 4 milhões de liras, fora um carro conversível. Passada a primavera/verão, ele também desenhou a coleção outono/inverno da marca. No início da década de 70, a Itália era um países em ascensão tratando-se de moda. As peças do prét-à-porter (pronto para vestir), caíam cada vez mais no gosto do consumidor, pois já não era mais necessário encomendar as peças para comprá-las, bastava ir a loja que elas estavam lá, a pronta entrega. Isso fez com que Chiodini e Ezio Nicosia percebessem que a moda já não era a mesma. Os consumidores desejavam um toque mais pessoal por parte das marcas e tudo isso começou com a contratação de Gianni Versace. No ano de 1973, ele desenhou peças femininas para vestir Callaghan e em 1974 , o estilista foi criador da sua linha autoral Complice, que mesmo não estando trabalhando com seu próprio nome, acabou por desenvolver seu próprio selo. Sob esse selo, Versace projetou uma coleção inovadora em couro, material que não era usado pelos estilistas da época, ou seja, Versace inovou! A CRIAÇÃO DA MARCA Com seu irmão Santo Versace sendo formado em administração pela Universidade de Messina, Gianni finalmente começou sua marca autoral nomeada com seu próprio nome Versace. Já em 1977, foi a vez de Donatella e seu marido Paul Beck ingressarem na empresa. Paul era responsável pela supervisão da linha masculina e, em 1978, a empresa abriu sua primeira loja física na Via Spiga, em Milão. A marca optou por comandar de forma independente os negócios, tornando-se uma das maiores marcas no controle de toda a cadeia produtiva e de vendas, do design ao varejo. Com tanto sucesso a marca melhorou a distribuição através da criação do próprio showroom, vendas no atacado e as vendas no varejo eram feitas nas franquias. O RECONHECIMENTO E A ARTE Em 1982, Versace foi premiado com o prêmio “L’Ochio d’Oro” como o melhor designer de moda do ano, da coleção feminina de outono/inverno de 1982-1983. Não por menos, Gianni trouxe nessa coleção as lendárias peças de metal e logo após, desenvolveu com engenheiros alemães, tecidos com metal pregado a laser na borracha, entre outras inovações incríveis! Ainda no mesmo ano, Versace resolveu colaborar com o teatro alla Scala desenhando figurinos para o balé de Richard Strauss “Josephlegend”. Sentindo-se envolvido pelas criações dos figurinos, suas roupas ganharam nova cara, levando um reflexo de que as peças do prét-à-porter, tinham um aspecto de que eram necessárias na dança, permitindo movimento irrestritos.  Gianni tinha uma característica muito pessoal, ele “vendia sexo” e a imagem de uma mulher poderosa, exuberante e rica. Ele fazia um link, uma conexão entre cultura pop, Hollywood, música e alta costura. Tudo através de roupas super sensuais, com bastante dourado, estampas de animais, cores marcantes, estampas fortes, algumas peças com uma “pegada” fetichista e é claro, o logo da medusa. Linda Evangelista, Claudia Schiffer, Cindy Crawford, Stephanie Seymour, Naomi Campbell e Christy Turlington, ou seja: As modelos mais caras do mundo, estavam sempre em seus desfiles. Essa turma deu origem ao termo Supermodel e transformava os desfiles da Versace em um verdadeiro show de glamour. Enquanto as marcas contratavam uma ou outra Top model dessas para desfilar, Gianni não apenas tinha todas, como colocava as mais tops para desfilarem juntas na passarela. “Um tiro de canhão” no peito da concorrência! Na década de 90, Versace teve vários feitos memoráveis, entre eles: O lançamento de duas novas fragrâncias, a Versus e uma linha clássica chamada Signature.

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DESCUBRA TUDO SOBRE A VIDA DO ESTILISTA VALENTINO!

Dando continuidade a nossa série sobre os grandes estilistas, hoje vamos falar sobre Valentino Clemente Ludovico Garavani. Onde nasceu, seu legado e como se tornou esse ícone da alta costura internacional. Descubra tudo sobre a vida do estilista Valentino! Valentino Clemente Ludovico Garavani, nasceu em 11 de maio de 1932 e desde pequeno mostrou interesse em arte, revelando-se um talento. Nascido em Voghera, pequena cidade de Milão, o menino italiano tinha adoração por arquitetura, esculturas, pinturas e, mostrou-se um competente desenhista, principalmente em croquis de figurinos para o cinema, sua grande paixão. Como tudo começou: Movido pela paixão dos vestidos para o cinema, matriculou-se em um curso de desenho de moda no Instituto Santa Maria, em Milão. Aos 18 anos, mudou-se para Paris com o objetivo de estudar na Câmara Sindical da Alta Costura. Após 2 anos na cidade luz, o italiano ficou em primeiro lugar em um concurso em 1952, e garantiu assim um emprego no ateliê de Jean Dessès, onde ficou por 5 anos. Em 1957, Valentino seguiu Guy Laroche, que era seu colega na Maison Dessès, na abertura de seu ateliê para ajudá-lo como estilista e também trabalhar na área comercial da marca. Um tempinho depois, o italiano também decidiu se lançar na indústria de forma individual, e assim retornou para Itália e abriu seu próprio estúdio em 1960. 1960 foi considerada a década de ouro, com todo o glamour que surgia na alta costura dessa época. Valentino que só tinha 28 anos na época, despontava no mundo da moda. Um grande marco em sua carreira foi quando a atriz americana Elizabeth Taylor se encantou com suas criações, que conheceu enquanto filmava o filme Cleópatra, em Roma e encomendou um vestido branco para a estréia do filme “Spartacus”. Isto foi o suficiente para que Valentino desse um passo a mais em direção ao estrelato. Taylor foi a primeira de muitas atrizes, beldades e celebridades a se tornarem clientes assíduas da marca. A primeira coleção da marca (que continha 120 modelos) foi apresentada um ano depois, em 1961, em seu ateliê no renomado endereço da Via Condotti em Roma e teve apoio financeiro do pai de Valentino ( um “paitrocínio”). Justo, quem não faria isso por um filho, não é? Contudo, a primeira coleção foi oficialmente apresentada um ano mais tarde, em 1962, com um desfile no Palazzo Pitti em Florença, que na época era a capital da moda italiana. Suas criações foram um sucesso e Valentino, um jovem estilista em ascensão, foi considerado um mestre da alta costura italiana. Seu grande diferencial era: Enquanto muitos ainda estavam em busca de seu estilo próprio e seguiam diferentes caminhos até engrenarem, com apenas 20 anos Valentino já possuía um talento amadurecido, criando peças bem equilibradas e com proporções exatas, tudo com um estilo todo próprio. Pouco tempo depois do lançamento de sua primeira coleção, ainda na década de 1960, quando ainda estava começando a carreira no mundo da alta costura, Valentino captou os movimentos do mercado em direção a mais alta costura e lançou sua primeira coleção Prêt-à-Porter. Na mesma época, Giancarlo Grammetti (um estudante de arquitetura e que se tornou parceiro e sócio do italiano por muitos anos) se juntou a Valentino e se tornou o diretor comercial da grife, sendo responsável direto pela expansão internacional da marca. Em 1967, lançou a coleção denominada de “Valentino’s White”, onde o icônico ‘V’ apareceu pela primeira vez. Em 1968, a primeira loja da marca em Paris foi inaugurada. Ainda na mesma década, a grife Valentino começou a se tornar muito popular entre atrizes de Hollywood, começando a usar suas criações em tapetes vermelhos, o que impulsionou a expansão internacional da maison italiana. Observe que TUDO aconteceu para que ele fosse um super sucesso e em apenas uma década, a de 60, ele passou de seu lançamento no mercado ao reconhecimento internacional de seu talento. A década de 1970 foi marcada pela inauguração das primeiras lojas em Roma e Milão. Foi apenas em 1975, 15 anos após o lançamento da marca, que Valentino realizou seu primeiro desfile em Paris. No ano seguinte, a primeira loja em Tóquio ( Japão), foi inaugurada, seguida pelo lançamento do primeiro perfume em 1978. A expansão da Valentino continuou com força, com a inauguração de sua sofisticada loja nos Estados Unidos. Nos anos seguintes, a marca ampliou sua gama de produtos e introduziu peças em jeans, braceletes, colares, camisetas, além de uma linha de decoração (que incluía tecidos, estampas, papéis de paredes e até mesmo móveis). Um cara visionário que atirou para todos os lados ligados a arte, visto que a arte em si, não só a moda, era sua paixão. Já no final da década de 80, o estilista italiano realizou um desfile glorioso que teve como inspiração no Wiener Werkstätte, movimento artístico do início do século 20 formado por artistas vienenses, onde as criações possuíam desenhos geométricos inspirados em mobiliário e arquitetura, bolas gigantes, listras largas e quadrados. Tudo bem audacioso e inovador como a bolsa “fofucha” abaixo. O ano de 1989 foi marcado pela inauguração da Academia Valentino, um espaço para apresentações de arte. Em 1991, uma de suas peças da coleção de Primavera/Verão, serviu como protesto contra a Guerra do Golfo, que havia começado recentemente, e foi nomeada como “Vestido da Paz”. Era um vestido tubinho branco com a palavra ‘paz’ escrito em 14 línguas diferentes, tudo bordado na horizontal com pérolas prateadas e cinzas e, acompanhado de um mantô curto de cetim branco brilhante, com a aplicação de uma pomba de pérolas. Veja na foto abaixo, uma verdadeira obra de arte. No final da década de 1990, o estilista italiano vendeu a marca para uma associação industrial comandada por um dos herdeiros do Grupo Fiat, que tinha a pretensão de criar um grande império de moda. Infelizmente a estratégia não deu muito certo, e acabou por afundar a marca italiana, que já vinha ao longo dos anos sofrendo com a falta de recursos para competir no mercado mundial da moda de

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CONHEÇA O LEGADO DO ESTILISTA ITALIANO GIORGIO ARMANI

Estamos amando mergulhar fundo nas histórias de vida dos estilistas mais influentes do mundo da alta costura, e você, curte também saber sobre a história da moda e como o império desses icônicos estilistas começou? Hoje vamos falar sobre Giorgio Armani, o designer que construiu um império no setor de luxo e ganhou destaque na moda com seu toque minimalista e elegante. Conheça o legado do estilista italiano Giorgio Armani. A alfaiataria sofisticada de Giorgio Armani, que completou 86 anos, em 11/07/2020, fez do estilista um dos mais influentes do mundo. Depois de fundar sua própria grife, em 1975, o italiano construiu um verdadeiro império que vai muito além da moda e dos cosméticos. Hoje, o empresário e designer é um dos homens mais ricos do universo fashion, na verdade um dos homens mais ricos do mundo, com um patrimônio girando em torno de US$ 9,6 bilhões (Segundo a revista Forbes. Dados consultados em julho de 2019). Se convertido para o real, o último valor ultrapassa a casa dos R$ 36 bilhões…Bobagem, pouca coisa!!???? Armani é o único dono da Giorgio Armani, que reúne linhas como Giorgio Armani (um prêt-à-porter mais clássico); Armani Privé (alta-costura); Emporio Armani (o prêt-à-porter jovem) e A | X Armani Exchange ( uma linha mais básica e casual).  A assinatura do estilista passou a carimbar outros produtos. Giorgio também lançou a Armani EA7 (de roupas de esqui); Armani Colezzioni (de casacos e jaquetas); Armani Junior (para crianças); Armani Casa (de móveis) e Armani Beauty (com maquiagens, cosméticos e perfumes). O italiano também é dono de restaurantes, hotéis, clubes noturnos. Possui lojas de chocolates, flores e um museu próprio – o Armani Silos. Resumindo: O cara é um visionário que “atirou pra todos os lados” e garantiu, com muito esforço e competência, seus $$$$$ entrando na “continha” todo mês. Para a moda, sua contribuição foi o minimalismo e um acabamento cheio de elegância. No vestuário feminino, deu um toque girlboss e chamou atenção pelos terninhos com silhuetas masculinas, algo inclusive que remete a mesma visão para os ternos que Yves Saint Laurent deu as mulheres. Apesar disso, a marca não deixa a desejar quando se trata de vestidos para a noite. A Armani é impecável em seus cortes e vestidos cheios de detalhes bem femininos. Mas vamos ao início de tudo: O estilista nasceu em 1934, em Placência/Itália. Filho de Ugo Armani e Maria Raimondi, é o irmão do meio de Sergio e Rosanna. Ele cresceu em uma pequena cidade próxima a Milão. Chegou a cursar dois anos de medicina, na década de 50, mas abandonou a faculdade para cumprir o serviço militar. Em Milão, trabalhou como vitrinista, assistente de compras na loja de departamentos La Rinascente, onde teve seu primeiro contato com a moda. Já nos anos 60, começou a trabalhar como designer da linha masculina da grife Nino Cerutti, onde permaneceu por seis anos. Mais tarde chegou a fazer trabalhos como freelancer para outras marcas. Em 1975, “meteu as caras” e fundou a Armani junto ao agora sócio e companheiro pessoal Sergio Galeotti, em Milão. Galeotti ficou responsável pela parte administrativa enquanto Armani cuidava do setor criativo. Inovou por abordar o imaginário masculino com uma estética minimalista, enquanto agregou um toque andrógino e forte para a moda feminina ( andrógino é o estilo oposto ao gênero em questão). Ou seja, ele desenhava ternos que teoricamente eram restritos aos homens, e dava um toque todo feminino. Sua primeira loja no EUA foi aberta em 1979. O grande sucesso no país veio após o filme Gigolô Americano (1980), estrelado por Richard Gere, para o qual Armani produziu todo o figurino com lindos ternos. O italiano também foi responsável por alguns looks da série de televisão Miami Vice, transmitida entre 1984 e 1989. Foi o suficiente para estabelecer a marca como símbolo de estilo. A Armani se tornou objeto de desejo de homens e ficou conhecida pelo menswear (roupas masculinas) com tecidos mais suaves. Para o designer, a elegância está na simplicidade (com cortes confortáveis), característica que o diferenciou de outros colegas de profissão italianos, como Roberto Cavalli e Gianni Versace. Outro aspecto priorizado por ele, foi o conforto das modelagens mais soltas. O paletó com menos enchimento, pensado para se encaixar de forma mais natural ao corpo, é uma de suas principais assinaturas. O estilista italiano também foi pioneiro em estreitar o relacionamento com as celebridades. Em 1983, ele montou um escritório em Hollywood com esse objetivo. Suas criações viraram hit e deram pinta nos tapetes vermelhos por anos a fio. O relacionamento com as celebridades ganhou força nas décadas de 1980 e 1990, quando sua grife vestiu nomes como John Travolta, Jodie Foster, Julia Roberts e Michelle Pfeiffer. A primeira celebridade a levar a grife para o tapete vermelho foi Diane Keaton, no Oscar de 1978. Na ocasião, a artista conquistou a estatueta de melhor atriz por sua atuação em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977). Ela usou um blazer e uma saia longa. Era o novo olhar feminino proposto pelo estilista bem ali, no red carpet mais famoso do planeta. Uma de suas maiores musas inspiradoras é a atriz australiana Cate Blanchett, embaixadora do perfume Si desde o lançamento, em 2013 ( ao final deste artigo, falo mais sobre a atual garota propagando do perfume Sì). Cate se tornou a primeira embaixadora global da Giorgio Armani Beauty, representando também as linhas de maquiagem e skincare. Armani a descreve como uma mulher luminosa e sofisticada. A relação profissional não fica por aí, Cate desfila nos tapetes vermelhos de grandes eventos, usando belos vestidos Armani. Em 2013, a artista disse à Elle canadense que comprou um terno Armani com seu primeiro pagamento como atriz, onde toda essa admiração mútua e amizade, deram início. Alicia Keys, Lady Gaga e Camila Cabello são algumas das celebridades que usaram Armani Privé nos red carpets recentemente. As campanhas da Emporio Armani, linha introduzida na década de 1980, já foram estreladas por personalidades como Rihanna e o casal David e Victoria

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DESCUBRA QUEM FOI O ESTILISTA YVES SAINT LAURENT

Não creio que exista uma fashionista de respeito na moda, que não conheça ou tenha ouvido falar e muito sobre Yves Saint Laurent, o argelino aprendiz de Christian Dior e dono de um império poderoso. O estilista deixou um legado no mundo fashion. Foram grandes inovações, grandes mudanças nos cortes dos trajes femininos. Depois do trabalho suntuoso de Saint Laurent, a moda feminina nunca mais foi a mesma. Você vai entender ao longo deste, descobrindo quem foi o estilista Yves Saint Laurent Yves Henri Donat Mathieu-Saint Laurent, foi um estilista europeu nascido 1936 em Oran, na Argélia. Seu pai era o presidente de uma companhia de seguros e seu gosto pela moda foi despertado por sua mãe, que provavelmente adorava moda (imaginando aqui…). Aos 17 anos, um novo mundo se abriu para Saint Laurent, quando sua mãe o levou a Paris para uma reunião que ela havia marcado com Michael de Brunhoff, editor da Vogue francesa ( pouca coisa não!) para que o filho mostrasse ao editor seus croquis. Aqui notamos a importância do olhar no futuro de sua mãe. Um ano depois, Saint Laurent, que impressionou Brunhoff com seus desenhos, mudou-se para Paris e se matriculou no Chambre Syndicale de la Couture ( A escola de Alta Costura de Paris), onde seus projetos rapidamente foram notados. Brunhoff (o tal editor da Vogue Francesa), apresentou Saint Laurent ao designer Christian Dior, um gigante do mundo da moda. Que encontro heim? Tudo aconteceu na vida de Saint Laurent muito rápido, com apenas 17 anos ele começou a trabalhar com Dior, que logo foi ganhando elogios por seus designs de roupas. Após a morte de Christian Dior, Yves Saint Laurent assumiu o comando da grife e apresentou sua coleção “Trapeze”, que quebrou o ranking com as normas de moda da época. A coleção Trapeze (trapézio), rompeu com os vestidos de cintura bem marcada de vespa, que eram característica marcante da grife Dior desde o lançamento da coleção “Carolle”, que apresentava uma revolucionária saia na altura do tornozelo, com bastante volume e cintura bem marcada. Já a coleção Trapeze de Laurent, trouxe o conforto dos vestidos em forma de A, amplos e não menos femininos que os Carolle. Se foi sucesso? TOTAL!!  Pouco depois de conseguir sucesso, St. Laurent foi convocado para o exército francês, durante a Guerra de Independência da Argélia. Depois de indução para o exército francês em 1960, Saint Laurent sofreu um colapso nervoso e foi substituído na Casa de Dior pelo designer Marc Bohan. Desse modo, foi em 1961 que Yves Saint Laurent junto com seu parceiro Pierre Bergé, abriram a marca Yves Saint Laurent e rapidamente emergiu como um dos designers mais influentes de Paris. Com a ascensão da cultura pop e um desejo geral de desenhos originais e frescos, o tempo de Saint Laurent não poderia ter sido melhor. Nas duas décadas seguintes, os designs do estilista ficaram no topo do mundo da moda. Modelos e atrizes exibiam em eventos suas criações. Ele vestiu mulheres de blazers e jaquetas de fumo e introduziu trajes como o casaco de ervilha na passarela. Suas peças de assinatura também incluíam a blusa pura e o macacão. O nome Yves Saint Laurent com toda certeza é sinônimo de inovação e criatividade.  Criador do Le Smoking, o smoking totalmente preto, totalmente ajustado, continua sendo o estilo de assinatura que define o impacto da Saint Laurent na moda. Ele trouxe muitas peças teoricamente masculinas, repaginadas para o universo feminino. Viva a ele o macacão, o vestido soltinho trapézio, o smoking elegantíssimo feminino… Ele, assim como Coco Chanel, nos apresentou novas possibilidades para os looks femininos. Durante as décadas de 1960 e 1970, suas empresas expandiram-se para incluir licenças de pronto-a-vestir, acessórios, roupas de cama, fragrância e roupas masculinas, além de o negócio de alta costura. Na década de 1980, a Casa de Yves Saint Laurent tornou-se uma das maiores forças da moda. Saint Laurent foi o primeiro designer a ser homenageado enquanto vivia, com uma exposição individual do Metropolitan Museum of Art em Nova York. Yves via as mulheres como musas, e sempre elegia de tempos em tempos uma modelo específica como inspiração. Uma delas, foi Catherine Deneuve, para quem fez um guarda-roupa inteiro para o figurino do filme “A Bela da Tarde”. Entre suas criações mais icônicas, desfiles e apresentações, a genialidade de Yves escondia uma profunda depressão. No documentário “L’Amour Fou” (2010), Pierre Bergé, seu companheiro de décadas, afirmou que o couturier tinha apenas um dia para ser feliz: O dia seguinte em que apresentava suas coleções. Logo depois, Yves voltava para a obscuridade e só sorria quando uma nova coleção era finalmente encerrada. Yves vivia para moda. Triste né? Para vermos que ninguém está protegido dessa “sombra” chamada depressão, e que não, não é uma doença recente, ela sempre existiu. O Estilista sempre foi a frente de seu tempo, sempre inovou e ousou em suas campanhas de lançamento, seja de uma nova coleção, de um perfume… Yves gostava de “chocar” a alta sociedade, principalmente! Abaixo, algumas fotos de campanhas bem ousadas para a época em que Saint Laurent viveu.     É possível conhecer mais da história de Saint Laurent através de seu museu em Paris que fica na 5 Avenue Marceau, 75116. E uma de suas lojas está localizada na 53 Avenue Montaigne, 75008, também em Paris. Em 2001, Saint Laurent foi homenageado com o título de Comandante da Região de Honra pelo presidente francês. Aposentou-se então em 2002. Foi diagnosticado com um tumor cerebral e faleceu no dia 1 de junho de 2008 aos 71 anos de idade. Seu agora ex-marido e melhor amigo Bergé, estava ao seu lado segurando sua mão e fechando-lhe os olhos no momento final. Curtiu saber detalhes da vida de Yves Saint Laurent? Nos conte nos comentários o que gostaria de ler aqui. Traremos para VOCÊ com todo carinho! Assista a Aula Grátis que nossa Teacher Dany Padilla, preparou especialmente para VOCÊ com todo carinho. É só clicar no botão amarelo e

Dior
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CONHEÇA QUEM FOI CHRISTIAN DIOR

E continuamos mergulhando nesse universo da Alta Costura, das grandes marcas e Top Estilistas, aqueles que fizeram e fazem história diariamente no mercado de luxo da moda. Continuamos “passeando” ali por Paris, onde nasceram grandes nomes como o do estilista em destaque nesse artigo de hoje, Christian Dior. Por isso Paris é e sempre será conhecida por ser o Centro do Luxo e do Universo Fashion. Conheça quem foi Christian Dior e todo seu legado.  Christian Dior, nasceu em 1905 em Granville na França. Filho de um comerciante de fertilizantes da região do Canal da Mancha, desejava ser artista plástico, mas foi enviado para Paris para estudar Relações Internacionais, já que seu pai sonhava ver o filho seguindo a carreira diplomática. O menino Christian Dior Ainda jovem começou a frequentar ateliês de pintura e desenho…chegou a pintar alguns quadros, mas foi a sua habilidade para desenhar roupas, que proporcionou a Dior uma carreira internacional. O seu círculo de amigos expandiu-se e Dior acabou conhecendo um importante empresário da indústria têxtil, que acreditou em seu talento e garantiu patrocínio para a produção de algumas peças. O investimento foi super bem sucedido. Seus traços e a visão que tinha do corpo feminino causaram fascínio e delírio. O estilista Christian Dior criando Dior sempre muito minucioso e detalhista em suas criações. Não é a toa que formou esse império Dior em meio a suas criações, sempre usadas por mulheres de classe econômica alta Em 1935, Dior começou a desenhar croquis para a seção de alta costura de um Jornal Parisiense, onde vendeu vários croquis de roupas e acessórios, para várias Maisons de Paris. O número 30 da Avenida Montaigne, foi escolhido para ostentar a primeira maison do estilista, em dezembro de 1946. Depois de 7 anos, o lugar ocupava 5 imóveis, possuía 28 ateliês e empregava mais de mil pessoas. Um ano após inaugurar sua primeira Maison, em 1947, Dior apresentou sua primeira coleção, que causou uma revolução na moda, pelo luxo e elegância de suas peças. A fachada de sua primeira Maison. Aberta e “a pleno vapor” até hoje Christian criou sua coleção feminina batizada de “Carolle”, que apresentou uma revolucionária saia na altura do tornozelo, apelidada pela redatora da conceituada revista americana Harper’s Bazaar, Carmel Snow, de “New Look” (novo visual). O “New Look” trouxe em seus desfiles uma atmosfera sofisticada e glamourosa, que era tudo o que todos queriam num mundo pós-guerra, doidos para esquecer suas sequelas. O “New Look. Imagino que deve ter sido tipo o que vivemos agora, loucos para abrir os portões e sair abraçando todo mundo. No caso deles, existia esse necessidade latente de ver algo que não fosse os uniformes dos soldados. As roupas possuíam volumes colocados em lugares inesperados do corpo, com laços gigantescos que viravam vestidos e sobressaias maravilhosas, além de mangas com cavas modeladas rente ao corpo, feitas para se encaixar com perfeição nos coletes que combinavam com amplas saias em fartos tecidos que, sobrepostos, davam um resultado até então nunca visto no mundo da moda. Uma pequena amostra de tudo que hoje o Império Dior comercializa Dior abriu lojas de luxo em diversos países e assinou diversos produtos, como gravatas, meias, perfumes, echarpes, lenços, luvas, bijuterias, lingeries. Depois da 2ª Guerra Mundial, a marca re-introduziu a feminilidade no vestuário feminino com cinturas e busto bem marcados. O Tailleur Bar se tornou a peça ícone da coleção. Na foto acima, o Tailleur Bar que se tornou a peça ícone da Dior, e até hoje é confeccionado Atualmente a Dior oferece moda para mulheres, homens, joias, perfumes incríveis, relógios, maquiagens, acessórios e muito estilo. Hoje, a Dior é um império do luxo, admirado no mundo inteiro. A primeira loja da Dior está localizada na 34 Avenue Montaigne, 75008 Paris e permanece a “todo vapor”.  A loja pioneira e gigantesca da Dior, pega uma esquina inteira ( foto acima ) num prédio extremamente suntuoso, coisa linda de se ver. Cada andar é dedicado a um tipo de produto, sem falar da cafeteria Dior. Quem visita Paris, não pode deixar de conhecer Christian Dior conquistou a atenção de famosos rapidamente e virou amigo de vários artistas, já que seu nome começou a circular mundialmente logo após o primeiro desfile. Elizabeth Taylor foi uma delas, usou o New Look para receber o Oscar de melhor atriz em 1961. A lindíssima Grace Kelly, vestiu Dior em seu noivado em 1956. Charlize Theron é não só uma mulher cheia de talento, como uma mulher que transborda Beleza por onde quer que passe. A atriz é embaixadora do perfume J’adore da marca Christian Dior já há anos e fã da Dior e seus looks. A maioria dos trajes que Charlize usa para os grandes eventos do Red Carpet, são Dior, alias dificilmente você verá a atriz usando, em um grande evento, algo que não seja assinado pela marca, visto que a própria Dior, faz questão de vesti-la da cabeça aos pés, por querer seu nome sempre atrelado ao da marca. Por isso ela está iluminando com sua beleza a capa desse artigo. Charlize Theron em campanha para o perfume que representa, o icônico J’adore ( Só eu acho essa atriz perfeita? Parece uma pintura!!!) A atriz francesa Marion Cotillard foi escolhida pela Dior para a campanha da bolsa Lady Dior. Alguns looks assinados pela grife Looks metálicos de Christian Dior para a coleção Haute Couture SS 2020 Dior, faleceu durante suas férias em Montecatini Val di Cecina, Itália, no dia 23 de outubro de 1957, vítima de um ataque cardíaco. Deixou sua marca no mundo da moda para SEMPRE!! Para nós que AMAMOS moda, é maravilhoso mergulhar nesse universo luxuoso da alta costura e conhecer um pouco mais da vida de nossos ídolos, não é mesmo? Fique lidadinha aqui no blog, que toda semana traremos a história de um Top Estilista, para você conhecer mais intimamente a história de vida de cada um deles. Curtiu saber detalhes da vida de Christian Dior? Nos conte nos comentários, o que gostaria de ler aqui. Traremos para VOCÊ com todo

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LEIA AQUI TUDO SOBRE KARL LAGERFELD – O TOP ESTILISTA ALEMÃO

OLá!! Muito se ouviu falar sobre o lendário Karl Lagerfeld e sua relação íntima com a moda. Ele e a grife francesa Chanel passaram a possuir uma ligação fortíssima em 1983, quando os irmãos Wertheimer, donos da grife, procuraram Lagerfeld propondo um contrato milionários em dólares, com o intuito de relançar a antiga e até então, pacata Chanel que só era usada por ministras conservadoras. Nesse artigo você vai poder ler tudo sobre Karl Lagerfeld – O Top Estilista Alemão. Por vezes foi-se questionada a provável insatisfação que Coco Chanel teria a respeito do trabalho de karl (opinão de Coco Chanel manifestada antes de falecer em 1971), o que não foi motivo para que o kaiser (Karl) da maison se intimidasse. Segundo entrevista oferecida a imprensa em uma exposição intitulada Mademoiselle Privé, em Londres, ele mesmo afirmou que a fundadora não seria fã do seu trabalho e ainda argumentou: “Ela detestava minissaias. Se você começa a ir contra a moda de uma época, tem um problema”, disse sobre Coco.  Karl nasceu na cidade alemã de Hamburgo, porém seus pais Otto e Elisabeth Lagerfeld, optaram por sair da cidade onde haviam feito fortuna importando leite condensado, para tocarem a vida no campo devido o fim da República de Weimar e início do governo Nazista de Hitler. Durante esse período sua mãe vendia lingeries na cidade de Berlim e sempre protegeu com unhas e dentes seu filho Karl das desavenças que por vezes aconteciam com outros meninos. Sua jornada estudantil se passou em escolas particulares e ao fim dessa fase, aos 19 anos de idade, empenhou-se na carreira de moda, mantendo sempre um estilo excêntrico, com cabelos longos e trajes tirolês. Determinado a trabalhar com moda, o jovem Lagerfeld foi para Paris a fim de se transformar em uma grande referência na moda francesa. Na década de 50, participou de um concurso feito pela marca lã Woolmark, e ganhou na categoria de casacos. Por mais estranho que seja, no mesmo concurso houve um outro ganhador na categoria de vestidos que não era ninguém mais, ninguém menos que Yves Saint Laurent. Por vários motivos os dois estilistas sempre tiveram muitos problemas ligados a rivalidade e, pelo fato de terem mantido relações amorosas com Jacques de Bascher, um aristocrata que era alvo da paixão de Lagerfeld, até que em 1989 ele acabou morrendo por AIDS. Desde então não se sabe de outros relacionamentos do estilista. Tendo colaborado para a transição da alta costura para o Prêt-à-porter, Lagerfeld cresceu juntamente com as grandes marcas Patou e Balmain, sendo que tempos depois se tornaria diretor artístico da Patou e da Balmain, nesta última apresentando 2 coleções de alta costura por ano, durante 5 anos. O cara trabalhava!!! Durante sua passagem na Jean Patou, o estilista desenvolveu algumas coleções que não foram bem recebidas pelos críticos de moda da época. Em geral eles diziam que faltava criatividade e inovação, alguns chegaram a dizer que alguns chapéus que ele havia desenvolvido eram muito comerciáveis, não tinha cara de alta costura. Sendo assim, ele resolveu passar 2 anos viajando pelas prais do mundo, o que fez muito bem para ele. Após esse período, Karl trabalhou para diversas marcas como Tziani, no qual Elizabeth Taylor era fã, Curiel, Tommy Hilfigher e Chloé. Na Chloé, ele começou colaborando com algumas peças para as coleções, até que chegou em um patamar de ser o diretor criativo da marca e então mudou-se para a Chanel em 1983, com o mesmo cargo que exercia na Chloé, o de diretor criativo da marca. Sua missão de perpetuar o estilo da marca, já começou com pé direito com referências do estilo de 1920 e 1930 em resgate a herança deixada por Chanel. Dando um toque de modernidade sem perder as principais características da Maison, Lagerfeld conseguiu tirar a grife da falência, fazendo com que suas peças fossem objetos de desejo não só das mulheres mais maduras, mas também das mais jovens das últimas gerações. Algumas das suas principais estratégias foi dar um toque de modernidade as bolsas, encurtar as saias, fechar um contrato de exclusividade com a modelo Inès de la Fressange, pois esta se parecia bastante com Coco Chanel e assim ele foi resgatando aos poucos a grife do fundo do poço. Outra marca que fez história com Lagerfeld foi a grife Fendi. Sua trajetória começou em 1965 como diretor criativo e perpetuou até sua morte. O estilista fez história ao lançar a bolsa Peekaboo na coleção de Primavera/Verão de 2009, sendo relançada no ano passado em homenagem aos 10 anos da mesma. A marca criou bolsas e chaveiros em homenagem ao estilista e em 2014 a modelo Cara Delavingne desfilou vestindo um casaco/vestido preto com capuz, e tendo nas mãos um acessório homenageando karl. No ano de 1984 Karl lançou sua própria marca, que logo foi alvo de várias parcerias com diferentes marcas como Diesel e H&M, tendo sempre sucesso de vendas. Ou seja, Karl Lagerfeld provavelmente não dormia, porque trabalhou em várias grifes e ao mesmo tempo. Era uma máquina de produção de alta costura! Uma das coisas que Karl aprendeu a gostar durante sua trajetória, foi a fotografia. Chegando a lançar livros e criar uma galeria chamada Lagerfeld Gallery, com o objetivo de se dedicar apenas a fotografia. Ele também fotografou para edições de revistas famosas como a V Magazine, Vogue e Harper Bazaar. As grifes Chanel, Fendi e a própria Karl Lagerfeld, tiveram campanhas publicitárias feitas sob sua direção em muitas ocasiões. Ficou a cargo de Karl Lagerfeld a criação da embalagem de um dos perfumes mais comentados. O Paper Passion, que tem aroma de papel, é isso mesmo, aroma de livro novo. O estilista criou uma embalagem óbvia e linda: Um livro. Olhe a foto, que coisa mais primorosa. A participação de Karl Lagerfeld no projeto, se restringiu à embalagem do perfume e a escrita de alguns textos impressos dentro do “Livro embalagem”. Karl marcou a história por sempre ser determinado e apaixonado pelo o que fazia. É com grande prestígio

Chanel
História da Moda

CONHEÇA AGORA QUEM FOI COCO CHANEL

A cidade da luz inspira e transpira moda. Por isso é conhecida por ser centro do luxo e do universo fashion, já que nessa linda cidade nasceram marcas como Christian Dior, Chanel, Louis Vuittone outras tão imponentes no mundo da moda.